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EU |
NOME: Valkiria
JOGADOR:
Renata
CRONICA:
Ladainhas da Lagarta Viajante
NATUREZA:
eu
COMPORTAMENTO:
indefinido
CLA:
o meu
GERACAO:
1991
REFUGIO:
sobrado paulistano
CONCEITO:
universitária geminiana
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Historico |
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VIAJANDO |
Adeus ano velho!
Feliz ano novo!
Ela caminha.
A paisagem é bonita, tem tons de roxo como o violeta e o lilás, e também tons de vermelho, vinho, azul e rosa. É lindo.
Atrás de si, um passado glorioso. Conquistou muito do que queria e tudo o que podia.
Conheceu o que queria conhecer até o ano retrasado. É tudo muito mais próximo do que parecia - visto de longe.
Realmente incrível. Fez jus à promessa de fazer dos 14 anos o melhor período até então de sua vida. Fez jus à promessa de fazer de 2006 o melhor ano.
Está exatamente aonde queria estar.
Logo se iniciará mais um novo ciclo. Agora que já está totalmente segura de si e do mundo à sua volta. Não queria correr o risco de mudar agora... Mas a vida flui. Aliás, que graça teria a vida sem os riscos?
São tantas emoções... he he he.
Quanto à passagem burocrática de ciclos, aquela da meia noite... Impossível não se levar pela superstição. Há o medo de começar do jeito errado. Não tenho prática com Reveillon
Então parece que o melhor é relaxar.
Praticamente todas as roupas estão prontas, a manicure será marcada para amanhã e se não der certo é só comprar esmalte branco e pedir ajuda pra empregada. Amanhã eu compro a Henna pro cabelo e possivelmente vou passar descalça. Depilação só ano que vem. Branco e roxo.
As futilidades estão bem planejadas.
Agora e quanto à mente? E quanto às pessoas com quem vou estar? Minha mãe, no mínimo. E ao lugar? Só sei que vou ficar por aqui mesmo. O que fazer no momento exato? Quero um violão...
Não sei nem em quê pensar. Porque não tenho mesmo muita esperança no próximo ano. Porque eu estou exatamente aonde eu queria estar. Agora eu finalmente conheço muito bem o mundo à minha volta e me conheço muito bem também. Vou passar as primeiras semanas sem psicóloga, logo terei um tempo pra pensar sozinha. Já desisti de muita coisa a que eu tanto aguardava no ano retrasado, conquistei e agora não quero mais. E depois de passar toda a minha vida até o ano retrasado como a CDF, parece que em 2007 vou me dedicar bastante aos estudos, ainda mais com o curso técnico de Design Gráfico à vista.
Que graça, não?!
Passar muito tempo estudando, e o resto do tempo serei careta e sem vontade de mudar isso. Não é a mentalidade que eu tinha até então. E mesmo agora não parece muito divertido.
No final, eu vou acabar apenas cantando.
O mundo vai acabar e ela só quer dançar, dançar, dançar...
Resoluções de ano novo:
1 – Cuidar de mim.
2 – Ir bem nos estudos.
3 – Me divertir no tempo livre.
Desde que as aulas findaram-se tenho sonhado com inúmeras versões para o fim das aulas.
A primeira foi a última volta de metrô (mas eu nunca volto de metrô). Procurei ir no mesmo vagão do Daniel, mesmo sabendo que seria um saco, mas queria ficar com alguém conhecido. Depois apareceram mais uns meninos da sala. Baldeação na Sé. Perto de Pinheiros (?!) os trilhos tomaram forma de montanha-russa, e ficamos imaginando o sofrimento de quem pega esse trem todo dia. Antes disso tudo, eu me despedi de alguns amigos do 3º: Marcus, Koji, Renata, namorada do Lucas, menina desconhecida, Leandro e seu irmão gêmeo. E depois disso tudo, fui pra Efi pra ser a única menina a ter aula com o Avólio por motivos técnicos e joguei vôlei com os meninos: Maurício do ano passado, Will, Gian e uns dois da 104.
A segunda foi o último passeio de ônibus, pra um sítio, com uma Mulher-Guia-Professora do mal. Lembro da piscina do meu avô com vinagre; de pseudo-futebol com o Chicoli; de abraço na Jue observado pela Lozano do ano passado; de corrida pra falar com o Érico e, ops, era o Guilherme do ano passado; de outra corrida pra falar com o Dyego do cursinho e, ops, era a Bianca do ano passado; de uma rodinha de meninas e de estar o passeio inteiro junto com Alguma Amiga minha. Isso tudo foi num pequeno momento perto das quadras, mas eu sei que teve bastante coisa antes que eu não lembro. Depois, o sonho virou um filme de terror. Porque na hora de ir embora, descobrimos que a Mulher matou metade da nossa sala com injeção de veneno, e só a outra escola que foi com a gente é que estava com a sala inteira indo embora. Isso sem contar com a expedição Renatal em busca da 104 hotel-do-sítio adentro, incluindo o escadão enorme da morte que eu consegui superar viva.
A terceira misturou-se com o primeiro dia de 2007. Teve um longo período passeando com o Lau. Teve o Daniel enchendo o saco sobre o Arthur na Marinha, pois ele tinha faltado. No final, o Arthur acabou aparecendo (há-há para o Daniel). Teve uma Renata sozinha perdida procurando a T200 entre as salas. Depois de passar várias vezes pela Comida da ex-104 e pela Literatura da Jua (?), finalmente achei a Astronomia dos 7 meninos e 5 meninas, com o Allen. Entrei atrasada. Os alunos usavam computadores e guitarras. Amiga e eu fomos pro fundo da sala, onde estavam os sete meninos, que foram semi-ignorados. Mas lembro do Palmito fazendo cafuné
A quarta foi outro último passeio de ônibus. No início eu não estava com a escola. Foi uma passada rápida no shopping. Confusões com a escada rolante e com estranhos pedindo ajuda à parte, voltei para onde estava o ônibus e então descobri que eu estava num passeio com a 104. O ônibus estava entre um ângulo de 90° formado por duas arquibancadas, tipo a da Federal, nas quais estavam a 104. Nisso eu estava conversando com as Jus, Meg e Dinha sobre coisas broxantes e contando sobre o causo do cover de Ciúmes por parte dos Los Hermanos. Então avistei o Sérgio na arquibancada do lado direito do ônibus, e pensando que ele me ouviu falando, perguntei se ele já tinha visto essa versão deles. Ele não entendeu a pergunta, mas continuamos conversando, porque eu sentei na frente dele e a gente ficou mó caaara falando sobre várias coisas, desde música até Senhor dos Anéis e Eragon. A gente tava mó amigo, até demais. Nisso, o Marco tava do nosso lado, meio autista como sempre, e eu falei “Oi Marco!” e ele respondeu, e eu e o Sérgio comentamos que ele ia cair, porque ele tava sentado bem ali na ponta. Enquanto isso, a maior parte da 104 tava na outra arquibancada, na frente do ônibus, até que de uma roda semi-grande sobrou só a Camila e o Vitor, e eu já ia falar com ela quando acabasse o papo aqui (acabei não falando, porque não acabou e eu acordei). Pouco antes de acordar, o Allen e algum aluno estavam em cima do ônibus arrumando uns colchões (?) e quando eles acabaram, seguraram firme e falaram pra gente pular ali em cima, bem tipo pula-pula mesmo. Foram umas três pessoas, fui eu, e eu acordei.
A versão original do terceiro sonho tinha muito mais interrogações (como no cafuné do Palmito).
E observem como o número de linhas vai aumentando a cada sonho. Huahuahuahah...
Bom, no dia que um gênio vier até mim, os meus três desejos serão:
1 – Voar.
2 – Que a minha rua se encha de
3 – Voltar um dia no passado e assistir a ele “de fora”.
Pois é, os dois primeiros talvez ainda estejam longe de se realizar, mas acredito que hoje o terceiro pedido foi em parte realizado.
Hoje o meu dia foi muito estranho.
Tanto na chegada delas em casa, quanto minha ida com uma delas aos avós, quanto minha ida com esta uma ao shopping, quanto o show do irmão à noite com direito a um breve passeio depois à festa que se acabava nos três prédios aqui do lado.
“Tchau irmã do Marquinhos que não fala nada”, foi algo assim que um daqueles dois camaradas legais dele me disse. O outro deles é o do cabelão na bunda, que agora tava curtinho,
A propósito, o show hoje não teve bAM, só Sonora. E eu fui uniformizada, olha que vacilo. Entre músicas novas, médias e velhas que a Vanessa canta, cantei todas junto com ela. Ainda que sentada, do lado de uma Íris entretida com seus origamis. Foi legal... Sem muita agitação forçada de minha parte – não tinha muita gente a quem seguir no embalo (leia-se Barraco), a não ser aquele tiozinho jamaicano bêbado que sempre fica dançando e sendo expulso do Sucos. Com muitos erros instrumentais e vocais – agora já sei identifica-los. Foi muita cara de início, de Narcótico!*** Muito “um dos primeiros shows”. No final, o Jean papai-baixista me diz, após três caras cumprimentarem a mim, ele e o Tuxo: “olha só, todo mundo te cumprimentando, que legaaal”. Ai, essa foi feia. Me senti com 9 anos de idade.
Impossível ouvir o rádio do carro e não sentir um toque de passado.
Chegamos
Ah! Antes de ir pro show, eu e a Bel tava no shopping. Zanzando, sem comprar nada além daqueles dois sorvetes por quilo por 21 reais. Livraria Nobel – sem namorados de Amigas fazendo PUF desta vez - e um pouco de revistarias, desistência de ir ao cinema, corredores, gente e mais gente, Natal. Desta vez não fui encher o saco do Chapolim pela terceira vez na Romão. Bel cansada, irmãs andando, irmãs semi-quietas. Deu pra conversar alguma coisa sim. Renata deixando-se ser arrastada pela irmã mais velha, acompanhando, silenciando. Muito passado.
*continua*
Ainda antes do Shopping, eu e a mesma Bel fomos visitar os avós paternos. Meu vô ta doente, fomos embora sem que ele respondesse qual era o nome dela. Só respondeu o meu – a neta paulistana que é vista algumas poucas vezes mais – depois de filhos, netas, mulher e nora muito insistirem pra ele lembrar. A vó está como sempre esteve. Atemporal, esta. Mas vale só o fato de eu ter ido lá, visto a Kátia – prima próxima que anda ficando distante depois que casou – e ainda por cima junto com a irmã que, junto com a outra irmã, é uma das únicas que consegue conversar com aquele antipático do Leo. Na verdade, antipático pra mim só, eu acho. E mais um atemporal. Me preocupei com este: íamos passar nossa vida toda, em todos os nossos encontros familiares, assim, fingindo indiferença? Porra! Ele é meu único primo da minha idade! Tia locona como sempre, a que faz meu tio ser mais legal também – não que ele não seja. Um ambiente familiar a que eu me negava um pouco. Me privilegiava só pelo Gonçalves. Senti vergonha quando a Bel disse que o pai ficava triste de eu ainda não ter ido visitar o vô até então. E quando fui lá, observei a conversa dos parentes, todos mais velhos – mesmo o Leo, mas até aí ele não me faz lá muita diferença mesmo. Silenciei, acompanhei, servi de enfeite, como toda boa caçula. Passadei.
E pra terminar - ou começar, visto que fui tomada por uma síndrome de Machado de Assis e contar a história no sentido anti-horário (não tava dando muito certo descrever cronologicamente) – entre estar de pé às 12h e ir à vovó, tive uma pseudo-manhã com aquelas duas. Tomamos café juntas, batalhamos juntas pela gravação semi-egocêntrica do CD de fotos da Pri, conversamos um pouco, zoamos um pouco, um pouco de cada, mas constantemente irmamos. Passamos por uma época mais passada. Quando essas cenas tinham potencial para serem mais comuns. Mas que, justamente pela comunidade em si, não pareciam tão especiais. E pensar que eu passei
O dia anterior só serviu pra introduzir essa sensação de passado que durou um Hoje inteiro. Porque elas chegaram correndo em casa, tomaram banhos de gato e saíram voando pro show do Marquinhos na Sarajevo, na Rua Augusta, onde eu não poderia ir porque é pra maior de idade. Passado. A única diferença foi que eu visualizava a situação com maior realidade – coisa de quem já foi em balada na Rua Augusta e teve que entrar clandestinamente. E eu tinha a opção. Mas não queria. Não tava a fim de entrar clandestinamente. Ou talvez porque tava mesmo com vontade de sentir esse gostinho de passado.
Ando em intenso aprendizado e produção.
Ouvindo, tocando. Lendo, escrevendo. Aprendendo e produzindo.
Hoje não posso ir ao show da bAM. Desculpa, mas não to a fim de ficar tentando entrar “clandestinamente” em lugar proibido pra menor. Mas amanhã no Sucos é prometido. Embora me falte uma companhia essencial – por que tinha que começar às 21h, hein? Pelo menos essa companhia ainda pode(ria) me acompanhar o dia todo. Ou ir à praia. Fudeu!
Domingo é dia de se empanturrar!
Almoço na vovó Joaquina com parentes maternos!
Dia de lançar a proposta da semana Gonçalves-Barraco em Sitio de los Abuelitos.
E à noite, Ceia Natalina Gonçalves Bernardes e Duas Agregadas versão 2.0! Huhuhu ^^
Elas vieram! Ver os centímetros que cresceram no meu cabelo! \o/
Porcaria de mouse.
Adeus ano velho, feliz ano novo!
A partir de hoje estou decidindo agir com menos cautela. E ser idiota pra gozar de tudo que eu quiser.
A partir de hoje estou me enganando com o que eu julgo decidir a partir de hoje.
Porque hoje eu realmente não to muito a fim de reclamar de nada. Só da porcaria desse mouse, mas até aí, questões mundanas têm de ser reclamadas mesmo.
Hoje eu “não to muito a fim de novidade”, “esse sofá ta bom demais” e não tenho motivos pra reclamar e fazer aquelas filosofias e análises da vida. Não que isso aqui já não seja mais uma das tais filosofias e análises da vida, mas talvez com um pouco menos de densidade EMOcional.
“Deixa o verão pra mais tarde”? Não, não vou puxar tanto o saco assim dessa música... só aquelas duas frases que eu já falei mesmo.
Aliás, falando nisso, decidi também que estas férias vão servir bastante como um tratamento intensivo de educação musical... e cultural,
Tem o Rock. Hoje eu fui nas Lojas Americanas (ui! To começando a adorar aquele lugar! Tudo que eu mais gosto na vida são CD’s bons – leia-se originais, dentre outros quesitos menos técnicos que caracterizam algo como bom - por 10 reais), e lá tinha um CD lindo do Engenheiros do Hawaii, por R$12,99, de nome “10.000 destinos”, AO VIVO, com aquela única música que eu conheço, Pra Ser Sincero, e outras que também me são familiares, como O Papa é Pop e aquelas que o menininho do Ibira falou que eu já não lembro mais.
E ando voltando a pegar num violão, Roberto Carlos, Raul Seixas e Los Hermanos, quem sabe mais algo como Paralamas ou Legião também. Pois é, esse parágrafo fala bem do que tem de bonito nas Lojas Americanas.
Falando em “pois é”, fiz um teste da comuna Olimpíadas Los Hermanos e deu que eu sou a música Pois É, do CD 4 – música esta que eu não conheço, mas gostei da letra. Aliás, vou procurar ouvir agora mesmo.
Parece que o assunto mudou desde que comecei a escrever isso aqui. Mas é o que eu queria mesmo, escrever desregradamente, ufa, não agüentava mais olhar pra cara desse blog cheio de posts bem planejados. Que no final, é claro, os posts são bem planejados separadamente, mas ecologicamente fica um poluição visual do cão – e eu ando reparando que adoro falar essa expressão “poluição visual do cão”.
Acabei de sair dum blog mó legal, dum menininho lá da escola, ele tava ensinando a voar. E as técnicas dele são bem parecidas com as minhas, daqui a pouco eu vou tentar. Engraçado que sempre que eu sonho que estou voando, são os sonhos mais reais possíveis. Eu quase chego a acreditar que eu já voei fora de sonhos também. Mas parece tão fácil... Desejem-me sorte, estou indo lá!
*capota*
Ser ou não sei...
Como vai ficar o que se vê
Senti outra vez
Medo no lugar da lucidez
Pois eu sinto amor ao contrário
Eu vejo o céu ao contrário
O que eu nunca sei...
Onde se perdeu a sensatez
Menti mais uma vez
Pra mitificar estupidez
Pois eu sinto amor ao contrário
Eu vejo a cor em preto e branco
Eu sinto horror ser tão encantador
Eu vejo o céu ao contrário
Nada ficou do que pensei
Tudo que perdi / Só eu sei
Tempo pra ver no que vai dar
De onde você vem / Aonde quer chegar
Nada era como eu sonhei
Tudo que eu vi / Só eu sei
Tempo pra ver no que vai dar
De onde você vem / Aonde quer chegar
Pois eu sinto amor ao contrário
Eu vejo a cor em preto e branco
Senti outra vez Medo no lugar da lucidez
Pois eu sinto amor ao contrário
Eu vejo a cor em preto e branco
Nada ficou do que pensei
Tudo que perdi / Só eu sei
Tempo pra ver no que vai dar
De onde você vem / Aonde quer chegar
Nada era como eu sonhei
Tudo que eu vi / Só eu sei
Tempo pra ver no que vai dar
28/02/2006 - CarnaBarraco: o início de tudo ... quando tudo ainda era inocência... e ingenuidade.
E minha visão daquele mundo ainda se mantinha de pé... com algumas mudanças... mas é o que traz a proximidade.
Pois certas coisas devem ser admiradas de longe.
Mas como sempre, Murphy esteve correto, e a vida é justa, pois se não eu não poderia imitar o Roberto Carlos e dizer "são tantas emoções he he he" ...
Mas ainda assim... há a Decepção... justamente por conhecer de perto aquilo que eu apenas estipulava como o "maior legal".
Pois é claro que o bizarro é o maior legal. Não é?
Pouco a pouco, isso aqui vai virando um fotolog.
Sem viagens por hoje. Hoje eu quero falar de realidade, amiguinho!
Eu senti a minha confiança ofendida. Acho que fora o Ju e família, os meus irmãos e as Camilas, só em quem eu posso confiar é no Reis (o qual tem um passado que o condena, mas que hoje ta tudo beleuza, Tatiane!). E o Barraco... e os Gonçalves... já não são mais os mesmos. O Rafa, coitado, é o mais inocente... e o menos Gonçalves.
O Fábio e seu ciúme foram os chutes finais, claro que com uma certa ajuda. E o Rick também ainda é um dos poucos que se salvam.
Decepção. Essa é a palavra. E pensar que tem certas coisas que devem ser admiradas só longe... porque de perto se enxergam os podres.
E não se deve divinizar ninguém. E, se um dia a Bel perder a majestade, eu to fudida. E o RPG e a bruxaria também. Minhas poses posers.
E com o Arthur eu deposito minhas esperanças. Aproveitando essa situação completamente nova. E normal. Nova por ser normal. Porque nem sempre o bizarro é o mais legal (contrariando toda uma filosofia de vida).
E eu continuo controlando o meu guidom.

Ambição
Eu só sei que eu quero ter
Tudo aquilo que convém
Tudo que eu possa levar
Tudo que eu vá me orgulhar.
Eu só sei que eu quero ter
Sempre que eu puder levar
Tudo que me faça bem
Tudo que vá me estragar.
O meu ego eu vou inflar
Superego detonar
Idiota pra gozar
De tudo aquilo que eu quiser.
Renata G. Bernardes
E Frustração após frustração, a semana vai passando... e eu tento, mas não consigo ficar longe desse blog. Quem sabe eu volte a postar uma vez por semana? Nas férias, quem sabe.
Nesses últimos dias, eu tô daquele jeito. Sem ir nem vir, sem vegetar nem pular de alegria, inerte, inapta, inábil. Indecifrável, tanto pros outros quanto pra mim mesma. Confusa. Frustrada. Com planos feitos por mim e pelo Destino envolvendo várias pessoas que tinham todo o direito de não quererem participar deles, e daí? Quebra de espectativas, frustração, a única solução é Go With The Flow e seguir descontroladamente pra ver no que vai dar... no final, capaz que continue tudo na mesma. Mas dá um medo desse ano que vem... Vai mudar muito. Vai mudar tudo. De novo. Medo.
Agora eu até entendo o ódio pelos bixos... huahauhah...
Odeio essa irregularidade, esse descontrole desses últimos 15 dias, dezembro. Terei mais 15 dias de 2006 pra mim, desta vez mais irregulares ainda. Eu não quero entrar em 2007 nesse clima de frustração. E essa semana, fazendo ainda planos pra amanhã e depois de amanhã que dificilmente se realizarão. E eu não aprendo. Parece até que gosto. Pra poder ter do que reclamar. Pras coitadas das minhas irmãs, que vão vir no sábado, e provavelmente terão que escutar essas minhas doenties.
Mas sábado nada me tira do show do Rick. A não ser a decisão da profª de biologia de ir pro Parque da Cantareira. Que provavelmente será mais um plano frustrado.
Alguém conta pra mim quantas vezes eu falei frustração nesse post?!
Maldito fim de ano.
Maldita geminiana.
Maldita falta de jogo-de-cintura.
Hoje eu não tive praticamente nenhuma aula. As únicas que teve algum "pedaço" de aula serviram só pra saber minha média. Passei de ano tranquilamente e amanhã tem rec de info e de quimica.
Hoje eu andei muito, e fiquei muito cansada. Vou dormir daqui a pouco.
Teve também o Bixo-Fest, a apresentação do pessoal de música do 1º ano. Melhores do dia: Jet (of course), Big City e Barbie Girl.
O Robson derrubou uma árvore (isso eu preciso comentar que não é uma coisa que acontece todo dia).
Passei um tempo no shopping pra comprar presente do amigo nos meninos que eu não conhecia.
Companias do dia: uma Chinchila, Ju's, Moita, meninos, e pedaços de Malas, Frangos, Uvas e um cachorro quente.
Que tal meu post prático?
Chato, não?! xPP
Huahuahauhah... homenagem a alguém que não tira a praticidade de seu dia. E desculpem a concisão sobre o Bixo-Fest.... foi foda!
*************************************
E eu não fui amaldiçoada, mas gostei e vou postar mesmo assim! Consiste em responder a essas perguntas com nomes de músicas de uma determinada banda. E adivinha? Adivinhaaa?!
Los Hermanos:
1. Voce é homem ou mulher?
Uma Brasileira
2. Descreva-se:
Morena
3. O que as pessoas acham de vc?
Cara Estranho
4. Como descreveria seu ultimo relacionamento amoroso?
Ùltimo Romance (dã)
5. Descreva sua atual relação com seu namorado ou pretendente:
Condicional
6. Onde queria estar agora?
Além Do Que Se Vê
7. O que pensa a respeito do amor?
Samba A Dois
8. Como é sua vida?
O Pouco Que Sobrou
9. O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?
O Mundo aos Meus Pés (bwahahah pink e cérebro)
10. Escreva uma frase sabia:
Todo Carnaval Tem Seu Fim
Amaldiçoo o Destino (q rockz isso), Pri, Sérgio GABRIEL (haha roubei os hermanos), Gabriel Murphy e o Belin (roubando a tática Meguiana de fazer os outros atualizarem).
..º°* KK *°º..
Não a empresa de luz... não o refrigerante... mas eu.
Eu quero mais é ficar light agora. Fodam-se as regras. Fodam-se as estratégias. Foda-se tudo que eu penso ter valor para não decair. Moças, minhas amigas, desculpem sair dessa linha... Mas "não dá mais pra mim".
Viva a sinceridade. Viva a tranquilidade. Viva a comunicação. Viva o estar "de boa". Viva a naturalidade. Não leve a vida tão a sério. Flua! "Deixa ser como será"!
Porque "eu que controlo o meu guidom, com ou sem suin, com ou sem suin, com ou sem suin"...
Ufa . . .
Sem o sofrer não há o amar. Sem o perder não há o ganhar - Camões. Sem a distância não há a saudade - Batalini.
Eu tô acostumada a levar minhas paixões a ferro e fogo. E é estranho um namoro tão calmo. Tão sem conflito. Tão sem emoção. Tão sem amor. É triste ser o controlador.
"Não sabe nem pra onde ir se alguém não aponta a direção" - Los Hermanos.
Bom, as férias estão quase aí. Mas semana que vem ainda vamos pra escola. Entendeu? Vamos mesmo! Todos!
*************************************
Eu surfava nas costas dele.
Ele segurava minhas bochechas e me mandava falar “peixinho” e “pa pe pi po pu”.
Ele tocava violão e eu cantava “Ana Julia” do Los Hermanos e “Tente Outra Vez” do Raul.
Ele comia sal comigo.
Ele me jogava na piscina.
Ele me mandou escrever “rola” quando eu tinha seis anos.
Ele fazia truques de mágica e eu ficava tentando descobrir todos e contar pra todo mundo os segredos, como no meu aniversário de 10 anos.
Eu tentei me esconder de uma foto dele e dos amigos dele, mas não deu muito certo.
Ele fazia pactos de cumplicidade comigo por causa da mãe.
Eu o prendi na garagem uma vez. Acho que foi quando ele começou a me odiar.
Em outra vez, eu fiz alvoroço por ter perdido no Mário Kart, ele desceu correndo desesperado pra ver o que tinha acontecido e se emputeceu quando viu que não era nada... e me mandou varrer as baratas do banheiro com a minha amiga.
Ele me levava e me buscava da escola.
Ele jogava as minhas gatas pela varanda.
Eu tenho orgulho da banda dele.
Ele me ajuda no Photoshop.
Eu sou puxa saco dele. Eu não aprendo mesmo... xD
Homenagem a alguém que ainda não sei se tem saldo positivo ou negativo na minha vida. Mas que meus sonhos com ele andam me preocupando. Como aquele em que precisou ir o meu primo pra provar pras minhas amigas que ele era gente boa. Ou aquele que eu finalmente joguei toda a minha raiva de anos sendo chamada de idiota e retardada pra cima dele e mandei tomar no cu.
Tiros para quem eu estou com raiva - já tem quatro na lista e o nosso revólver tem 7 balas.
Veneno para quem toca bem.
Bônus de vida para a Camila.
E beijos pra ninguém, porque quem merecia hoje vai ganhar tiros.
Fui para Pouso Alegre-MG neste último domingo. Enquanto minha mãe fazia prova para concurso, eu e meu pai fomos à missa na Igreja Matriz da cidadezinha... ^.^
Lá encontrei:
à Placas dizendo: “Favor não acender velas, conserve sua Igreja” (?!?!) . . .
à Um cofre escrito: “Cofre das Almas”. Eu coloquei lá dentro o folhetinho sobre a Feira de Barganha de Comida (ou algo assim) pras almas tomarem conhecimento do que sua Igreja anda fazendo.
à Na folhinha de acompanhamento da missa, em uma das leituras havia algo parecido com o meu texto sobre a Tempestade no dia 06/11/2006... Muito bonito, eu estava adorando essa parte... Foi quando começa uma viagem sobre o Filho de Deus vai voltar à Terra pelos céus, quando uma luz forte vai aparecer dos céus trazendo ele, ele vai salvar a todos nós, fiquemos de pé e olhemos pra cima porque a nossa libertação está próxima... E por toda parte da Igreja se dizia que o Salvador vai vir (muito Instituto Purifica), por exemplo, nas velinhas vermelhas de papel que eu e meu pai recebemos dizendo “A vossa libertação está próxima” e “Vinde Senhor Jesus” (assim, sem vírgula para vocativo). Medo... o.o’
à Um folheto dizendo sobre as Faculdades de Teologia e de Filosofia de algum santo lá, curso APROVADO PELO MEC (medo), que dizia “prepare-se para o mundo globalizado e aprenda a pensar” ou algo do tipo... E a parte bonita da mensagem (sempre tem): “Um adulto já foi uma criança. Uma idéia já foi uma inspiração. Uma realização já foi um sonho (e mais 1 ou 2 dessas). Pense grande.”
Matéria rápida bizarra da Veja contando sobre o cara que “deu o dedo no lugar do peixe” na hora de dar comida pros boto lá da festança. Detalhe para a imagem (que não achei infelizmente): o ser humano com cara de grito não-natural de novela AAAH, um boto semi-pulando e o cara praticamente enfiando os dois dedos na goela do bicho. No final da mini-matéria, diz que o ator português famoso da Globo também foi atacado e saiu de lá sem um dedo e com o telefone da Marília Gabriela (?!?!) . . .
Essa é sem dúvida a matéria mais bizarra e a mais divertida que eu já vi na Veja! Hauhauhauhauah ...
Cenas bizarras acontecendo em cozinhas dominadas por mulheres em casa de Alguma amiga minha no aniversário de seu irmão mais velho de 20 anos. Mas é melhor deixar ela contar... Hauhauhahauh
Mais um almoço com Destino, o cara que mais sofre na mão de Destino e a Sue. Mais um almoço que rendeu muito. Rendeu tanto que nem sei o que pôr aqui. Mas achamos outro coco na rua. Hauhauhauhah... Outra coisa que pode ser vista no blog de Alguma amiga minha. A cara de “mãe vendo quatro soldados 2x2 procurando pelo seu filho na porta de casa acabados de sair do carro do exército” do Batalini é a melhor, huaahuahah...
Pois é, poi-zé (na mesa), Los Hermanos é lindo, mas tem vezes que dá até pena deles, coitadinhos... principalmente pelo Marcelo Camelo: “VAMO LÁ, AGORA TODO MUNDO TIRANDO O PÉ DO CHÃO!!! 1, 2, 3, 4: . . . mas eu me mordo de ciúume . . . “ (em tom baixo e pausado).
Huahauhahah... Quase tão broxante quanto a musiquinha Play Tag do meu celular: “TAN TARAN TAN, TAN TARAN TAN, TAN TARAN TAN TAN: plin, plan, plun . . .” (também em tom baixo e pausado).
Huhahauaahhuaha
(Texto escrito na época do início, o qual já foi findado antes que eu o considerasse como algo rotineiro.
Alterego? Imagiiina!)
A festa não acabou. Lilith acaba de fazer 15 anos, mas não comemorou seu aniversário. Preferiu “aquela” despedida com os amigos, é claro. A formatura continua, já em clima de balada.
Lilith está cansada. Dançou muito, suou muito e preparou sem saber o seu próprio presente, para receber dois meses antes de seu próximo aniversário. Quando um novo ser estará criando o seu próprio aniversário.
Agora o único presente que ela quer é mais um copo de cerveja. Dois, três, quatro... e amigos ao redor. Pra falar merda, zoar muito, sem saber porra nenhuma do que se está dizendo. É isso que ela mais quer hoje. Se esquecer de tudo o que poderia barrá-la naquele momento. Hoje e sempre. Mesmo que seja uma cena perdida na vida, um vácuo na memória, um momento que nunca mais será lembrado. Uma felicidade instantânea grata ao álcool, e pelo álcool esquecida.
Assim seria sua vida. Sem lembranças, quase que fantasiosa.
Mas ela quer algo mais. Quer estes momentos sem precisar da “mardita”, e sem perdê-los na memória como se não fossem imortais. Seu maior sonho é ter cenas de bêbado, porém sóbria. Sem perder muito a noção, claro, como aconteceu hoje. Mas Lilith não teve culpa. Lilith não sabia.
Estou melhor.
Recebi uma visita especial e inesperada ontem.
E hoje fui mal nas provas de literatura e matemática... E eu começo a perceber que o meu "estar bem" é inversamente proporcional ao meu "ir bem nas provas". Hauhauhauhah...
Hoje eu estou:
Me aliviando pela falta de tarefas a fazer.
Reclamando pelo fim das aulas estar chegando.
Cantando "As Minas do Rei Salomão", do Raul.
Dançando aquelas dancinhas de faraó com a Meg no ponto de ônibus.
Osculando o Arthur.
Contando porque eu sou um pinto.
Esperando a Camila chegar aqui em casa.
Pensando em aprender a tocar bateria.
Bolando uma saída com Alguma amiga minha neste fim-de-semana.
Hauhauahuahah...