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EU |
NOME: Valkiria
JOGADOR:
Renata
CRONICA:
Ladainhas da Lagarta Viajante
NATUREZA:
eu
COMPORTAMENTO:
indefinido
CLA:
o meu
GERACAO:
1991
REFUGIO:
sobrado paulistano
CONCEITO:
universitária geminiana
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Historico |
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VIAJANDO |
I said one day... don't press me, please.
Quero escrever, não sei por onde começar, seguir, terminar.
Que se foda.
Naqueles dias cabisbaixos... Aliás, naquelas noites cabisbaixas.
Porque o dia foi bom. No meu ver... Porque no de outrem, nem tanto.
Um dos motivos pra noite estar cabisbaixa. Naquelas tristezas que é
até bom ficar triste... Mais uma forma de se provar que ainda é
humana. Emo. Ou não. Mágoas e rancores, pedidos de desculpas,
tentar arrumar tudo, piorar ainda mais. Querendo se tornar
responsável por seus atos, sem saber como fazer isso, talvez não há
nada a ser feito. Precisar sempre de alguém pra resolver seus
problemas, ser caçula pro resto da vida. Chorar no ombro de alguém,
mas tentando não incomodar. Tudo isso vindo de um orgulho maior
que o número de estrelas no céu. Tudo isso numa vontade de chorar.
Numa vontade de crescer e não chorar.
Independência? Afinal de
contas, ninguém a tem. Tentar não crescer nem diminuir demais o ego
de ninguém, ou de algo. Pedir desculpas e pensar: “pêra, ele também
pode estar errado”. Arrogância, descobrir o real sentido da palavra, ou
sofrer por ser chamada disso sem nem saber o que significa. Mudando
de tipo 4 pra tipo 2 do eneagrama, por causa dos vícios emocionais:
de inveja pra orgulho, de orgulho pra inveja, a gente vai pulando,
pulando. Necessitando desmascarar-se, dar uma de Pitty, ou melhor,
abandonar completamente a idéia Pittyana que a fez se comportar
dessa forma. Bizarra, estranha, peculiar, doida? Nem sempre.
Original? Espero que sim. Sim, de mim eu espero. Dos outros eu evito
esperar. Pensar em algo e se contradizer, irracionalidade. Odiar a lei
do 3º excluído, birra. Tentar se passar por Freud sem o mínimo de
envergadura moral. Ou simplesmente o ser. Tanto faz. E como
sempre, abandonando todos os estratagemas de “A Arte da Guerra”
no meio da batalha, quando se vê que são eles é que te fazem tanto
peso. E errar sempre no mesmo ponto. Orgulhosamente falando, errar
sempre no ponto em que você se entrega. E tira a máscara. Não
porque nem sempre eu sou assim. Ver que eu não sirvo pra isso
mesmo. Planejar, deixar rolar... e o blog volta sempre ao mesmo
assunto. O mundo dá voltas.
Poderia continuar a viagem ainda, mas acabou o haxixe.
"Corra! Que a Primavera quer entrar! Feche a porta, feche a porta, rápido!
Não vá jogar por água abaixo tantos meses de trabalho! Tantos meses de Inverno intensivo, gélido, frio, sombrio!
Corra! Antes que ela entre! Vai! Que você tava quase terminando a sua armadura de gelo! Seja forte, vamos!
ela está voltando... Não! Reaja, homem! Não vê que ela só vem pra te deixar de novo, bem no auge de seu aflorescer?! mas desta vez ela está ainda mais linda... Que depois ela chama seu irmão Verão para fazer-te arder e desejar calor ao mesmo tempo! É loucura, homem! ...e está olhando pra mi – Saia! Pense em todo o Outono que você esperou angustiado e ela não veio! estou suando... suando...
Vomita! Vomita! Arranca esse coração do seu peito! E todo o trabalho que você teve pra torná-lo ferro velho?! não me importa... Quê?! Como assim?! Sa -! Saia daí! O que pensa que está fazendo, seu louco?! louco... louco... louco por ela...
DING
DONG
a campainha está tocando... Não atenda! É ela! É a traição vindo de novo! Ela vem ferir o seu coração de novo! ... qual?... aquele que você quer destruir?... Espere!! ... abrindo a porta do meu coração... Pare!! ... que ela... Seu estúpido!! ... veio me ver...
!
...
Seu. Lírio do Campo."
Sabe aquele post do "Meu novo horário biológico"? Então, eu escrevi de manhã. Agora querem saber o que houve no resto do dia?
Eu fui pro teatro logo ceeedo, e depois eu e a Camila demos 20 mil voltas de ônibus e eu cheguei em casa morta de cansaço e capotei na cama (isso bem no meio da tarde).
Chega umas 20h, meu irmão me acorda. Sabe pra quê? Pra gente brincar de carrinho de controle remoto na sala.
^__^
Eu já pensei nisso. Eu sempre penso nisso. Sempre que estamos conversando eu penso nessa possibilidade. E eu sei que ele também pensa. Mas tenho medo. Porque eu sou boba e sei disso. Um menino bobo me chamou de madura e eu fiquei por um bom tempo com um cara mais velho que dizia que eu tinha mentalidade mais adulta. Mas isso não quer dizer que eu conseguiria ficar com um dos meu melhores amigos e continuar a relação de amizade sem danos depois, caso não dê certo logo de início.
Eu não estou a fim de pôr essa amizade em risco. Mas a gente se gosta, sim... é perceptível aos outros, até. Que medo.
Se pensar em efeitos a longo prazo, é aprovado que eu invista, pois quando eu tiver 40 anos posso ter menos chances de dizer "são tantas emoções" e curtir a vida adoidado. Se pensar em efeitos a curto prazo, também é aprovado, pois isso corresponde ao tempo que a gente sobreviver ficando. Agora se pensar a médio prazo, não é aconselhável, pois isso corresponde ao tempo entre nós pararmos de ficar e nós pararmos de nos ver todos os dias - e minha bobisse não ia deixar eu levar esse fim numa boa.
Pois eu tenho um fim a resolver e até agora só fugi do causador dele. Medo.
Mudando de assunto, começo de aulas bom.
Primeiros dias no KK mais ou menos dentro das expectativas, está sendo divertido... aliás, é sempre bom lembrar que nos primeiros dias de aula a turma ainda não está bem integrada e nós estamos indo bem nesse quesito.
Integração do CEFET-SP fodaaa!! Tenho duas bixetes, a Tati e a Gabi, que eu conhecia desde antes - e aquele Victor do 3º ainda queria roubá-las, mas a gente resolveu dividi-las agora. Aliás, ele é um doce! Outros primeiros dias fodas também, apesar de um trauma inicial com meninos nerds, mas hoje eles pareciam mais legais.
Sabe aquela sensação de "consegui"? Consegui ter integração e primeiros dias fodas sem precisar apelar pra exageros de personalidade... a ponto de me achar idiota, mas "espontânea" aos olhos dos outros, e logo nos próximos dias não saber onde enfiar a justificativa de que eu não sou necessariamente assim. Não, isso não aconteceu, e foi muito legal. Foi como se divertir em uma festa sem beber.
Não deu pra eu fazer isso ao vivo e a cores hoje... porque quando eu cheguei em Santana a Camila já tinha saído há mais de meia hora... x.x
Mas ACONTECE. Amanhã ela vai me dar PÃO COM CARNE (eu) e DOLLY mesmo! ^^
A gente passou
Mas tivemos nossa hora do recreio! Fomos pra TANHANHÉIN – pegando a NHANHAMÉLUH – e pisamos com vontade na AREIA. Sem esquecer os vendedores de patos, coelhos e outras coisas bizarras... E os venenos pra pianistas dentro de saleiros, claro!
ID, EGO e SUPEREGO à parte, eu gosto de me guiar pelo Destino... embora muitas vezes ELE(A) queira me convencer do contrário, me chamando de Maria do Carmo e sempre precisando de uma Amiga para guia-lo(a). Filosofias freudianas ao molho BOLONHESA à parte, na verdade, juntas nós só precisamos usar o bordão GO WITH THE FLOW que qualquer coisa vira diversão! Desde Wolverines e Catchup’s até milk-shakes e Institutos Purificas no banheiro do Shopping D.
Qualquer dia vamos comer um Petit Gateau tomando Toddynho, okay?!
Talvez
Quem diria que as duas semi-sem-assunto-quando-a-JUE-não-está seriam tão Amigas?
BEIJOS cor-de-rosa-Danoninho nas bochechas cor-de-rosa-LadyLau de uma Chinchila!
TE AMO! (ou o saudoso Love Ya) ^___^
O que acontece quando você percebe que um trecho do seu texto do DG é igual ao trecho de uma antiga aula de geografia?
Você corre atrás da sua agenda pra “assistir” à vinheta de MTV que você criou baseada neste trecho.
E o que acontece quando você termina de “assistir”?
Passa a ler os dias próximos ao da vinheta.
E começa uma viagem de volta ao passado. Não aquele passado que eu estava me queixando, perto do Natal, de ter voltado a agir como se ainda estivesse nele. Não, não é tão distante assim. É um de meio ano atrás. E você vai voltando nos meses, lendo, lendo, lendo...
Impressiona-se com o quão bem você escrevia – até concorda com aquelas Camillas que confirmavam esse “talento”. Com QUANTAS vezes você escrevia. Sobre como você realmente registrava seus dias. E que a agenda era mesmo a base daquela tal habilidade de decorar datas, pois qualquer caso de esquecimento era resolvido quando se lia algumas páginas antes.
Tantos elogios bloguísticos nos fazem ter mais e mais vontade de postar. Mas quantidade não é igual a qualidade. Pois eu parei de me preocupar com os textos para voltar a me preocupar com os números. Números de posts, números de linhas preenchidas, números de comments...
Esse novo curso vai servir pra me separar um pouco do computador. Exceto os Corel DRAW da vida, mas é só um detalhe. Porque hoje mesmo eu poderia ter entrado no Orkut e ficado por umas duas horas. Mas eu vi que não precisava. E parei pra ler o texto da escola. E vi a vinheta passando pelos meus olhos. E quis revê-la
Fiquei com vontade de voltar a ESCREVER. Sobre mim, sobre o que me cerca, sobre minhas teorias como a de coração/mente/corpo e alma. Sobre o universo Alma, que eu ainda não escrevi nada dele e já faz mais de meio ano. Sobre ônibus. Sobre cotidiano e filosofias, mas com algum conteúdo. Ou conteúdo nenhum, mas que com uma dose de função poética até que fica divertido. Sobre voltar a pensar em Letras ou Jornalismo, mas logo depois voltar à velha indecisão “Veterinária x Desenho”. Sobre pretensão. Sobre foda-se. Ou sobre coisas que nunca nem passaram na minha mente.
Afinal, pra quê trancar-se apenas ao que JÁ passou na minha cabeça sobre textos? O passado AGORA são só lembranças. E o que importa é o AGORA. O agora real. Viva o momento, pois logo ele será apenas passado.
Confesso que esse último parágrafo foi cópia de 30 de julho.
Acho que eu consegui cumprir a promessa à Treice sobre 2006 e meus 14 anos serem bem vividos. Foi o que eu interrompi, pra pensar, em meados dos meus 15 anos. Agora, se foi uma boa investida ou não, só o Destino pode me dizer. ELE mesmo.
Aliás, me sinto um tanto monopolizada. Receio que o KK não seja tão bem aproveitado, pela falta de Algumas Amigas que fazem meus dias da Federal crescerem e acontecerem – vide post abaixo.
Agora mesmo eu tava pensando sobre as horas do meu dia.
Porque hoje eu acordei cedo pra assistir a aula de teatro da Camila. Dormi muito mal, só pra não correr o risco de não acordar às 6h30, e levantei às 6h00. Ela vai passar aqui daqui a pouco, às 7h30, pra me pegar. E pra quem tava acostumada a acordar ao meio dia, dar um pulinho e ver que já é fim de tarde e compensar até altas horas no MSN à madrugada, parece que hoje vai ser um dia bem longo. Quando já vou ter feito um monte de coisas, é a hora em que eu normalmente acordaria. E provavelmente vou dormir num horário considerado padrão, tipo às 10 da noite.
Agora pensando bem... meus dias na Federal já eram bastante longos... principalmente as segundas-feiras. Quando já tinha acontecido um monte de coisas, ainda estava na terça. Nem dava pra lembrar direito se isso foi hoje, se aquilo foi ontem...
Imagina como vai ser esse ano, então?! Nooossa, eu vou tirar tempo do nariz!! Pelo menos ele vai ficar mais limpinho do que de costume. Vou ter o dobro de lugares pra acontecerem coisas, o dobro do esforço que minha memória cronológica necessita, o dobro de vida – sem esquecer, claro, o dobro de trabalhos.
Maaatematicamente pensando, vou passar mais da metade do dia na rua! É isso aí, praticamente 14 horas! E em casa, à noite, vou ter só duas horas que provavelmente servirão pro banho, pra janta e pros trabalhos que também vão sair pelo nariz!
Espero que meu nariz tenha noção de proporcionalidade...
Juro que eu tentei ser o menos fútil possível...
...infelizmente o post não tem muita expressividade.
Hoje eu vi um filme chamado “Dirty Love”. Meus amigos se matando de rir e eu achando uma merda. Comédia de loira escandalosa que quer esquecer o ex-namorado correndo atrás de outros homens e se ferrando com todos eles. A cena mais ridícula é a do mercado. Enfim, eis que o amigo semi-feio (cujo ator eu já gostava desde American Pie) das moças se revela apaixonado pela principal e o filme começa a ficar mais legal.
Depois, eles colocam High School Musical, que é simplesmente lindo.
Chegando em casa, eu assisto MTV e o Casal Neura finalmente está romanticuzinho.
Soma-se então algumas relações complexas entre amigas e amigos que incluem John Patrick Amedori, André Matos, Milo Ventimiglia, entre outros e cante Los Hermanos: “Quem é mais sentimental que eu?”.
Matematicamente falando, desde o meu recorde de ficantes em uma noite só, eu fiquei com 1,5 desse mesmo número de pessoas. Isso teoricamente quer dizer um por quinzena. Esse controle estranho é só uma forma de eu não me sentir a Desaproveitadora da Juventude, mas sem chegar à Putaria.
~~> Início da pausa para o senta que lá vem história <~~
Sábado à noite, no show do Hateen, eu reparei que um cara semi-feio não parava de me olhar, mas fiquei com um molequinho mais aceitável que gostou muito de mim.
Domingo vi o molequinho, mas só jogamos baralho.
Segunda, fiquei com o molequinho e nos despedimos. O molequinho é bem legal.
Terça à tarde, conheci o cara semi-feio enquanto ele tocava bongô com seus amigos tocadores de violão quando fui jogar vôlei com as meninas. Terça à noite me senti observada de novo pelo cara semi-feio e nos cumprimentamos de longe. Segue-se uma série de Renatas descobrindo que ele é vizinho, batendo na janela várias vezes e fugindo, deixando um bilhete de “me encontre às 8h no parquinho”...
Quarta, dia de ir embora, nos cruzamos e eu pergunto se ele recebeu algum bilhete suspeito. Ele confirma. PUTZ. Nós conversamos, trocamos MSNs, nos despedimos... Nada planejado, tudo emocionante. Ele também é legal.
~~> Fim da pausa para o senta que lá vem história <~~
PS: Conheci a Kayleigh de 13 anos do Efeito Borboleta também. Esse filme rende mais um “senta que lá vem história”.
PSS: Post sem muita filosofia, com muita matemática e escesso de informação pessoal.