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EU |
NOME: Valkiria
JOGADOR:
Renata
CRONICA:
Ladainhas da Lagarta Viajante
NATUREZA:
eu
COMPORTAMENTO:
indefinido
CLA:
o meu
GERACAO:
1991
REFUGIO:
sobrado paulistano
CONCEITO:
universitária geminiana
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Historico |
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VIAJANDO |
Dei um trato de Photoshop básico na imagem... A-D-O-R-E-I o efeito *.*
Esse desenho tem uma história até engraçada quanto à escolha do nome.
Eu queria por um trecho de música dos Los Hermanos, mas fiquei em dúvida entre dois, "deixa eu desvendar" e "pra te acompanhar". Então eu resolvi entitulá-la com o primeiro nome e escrever o segundo nela mesma (que por sinal não está nesse jpg e sim em um outro, bem como a minha assinatura e data). Mas na época eu nunca tinha lido a letra, só peguei de ouvido mesmo, mas na verdade era outra coisa com outro sentido, segundo análise sintática, que diz:
"Quis nunca te ganhar
tanto que forjei
asas nos teus pés
ondas pra levar
DEIXO DESVENDAR
TODOS OS MISTÉRIOS" - Condicional.
Mas é bonito de qualquer maneira!
Aliás, sempre que a professora Wania de matemática fala "de qualquer maneira" eu tenho o forte impulso de continuar com "nós vamos brincar".
"Não importa a noite, de qualquer maneira nós vamos brincar" - Essas Emoções, do Zeca Baleiro
Adoro!
E ainda tem gente com coragem de dizer que música brasileira é um lixo.
Tô aqui, à toa, esperando sozinha os quarenta minutos passarem, para então neste mesmo estado andar por meia hora daqui até o Brás – isso se a Danni não resolver ir a pé também ou aparecer outra pessoa pra me acompanhar.
Eu estava até agora há pouco deseregizando uma amizade – leia-se “compartilhar suas confidências de amor”. Tudo tão bonito – fora aquele detalhe burocrático mal-resolvido.
O meu caso é assim também, mas o detalhe mal-resolvido não é aquele burocrático e sim um abstrato – confirmando o que eu já disse sobre mim mesma, sobre subjetividade. Não é nada exato assim, assemelha-se às ondulações marinhas: ora vai, ora volta, ora brando, ora intenso. Ora quente, ora frio – será que eu não usei a comparação adequada? Mas sempre enigmático, tal como as ondas que não podemos prever sua natureza futura.
“E se eu fosse o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado?” já indagava-se o moço Rodrigo Amarante.
É a conseqüência da transformação da amizade em amor sem perder o amigo – a gente fica meio perdida. Eu que sempre gostei dos meus amigos, na maior naturalidade, mas nunca tinha visto a correspondência e a concretização de fato, mesmo pensando eu que já quando na verdade se tratava apenas de amizades ou amores falsos.
Eis que me defronto com mais um desafio proposto pela vida, e daí? Eu encaro. Porque eu gosto – dos mais sinceros que já vi. Porque eu posso visualizar aquela cena, do desenho idealizado meses atrás, Deixa Eu Desvendar... Cena tal que ainda se adequa à minha teoria matemático-sentimental que divide o casal em “protetor” e “protegido”. E que sua imagem real é até melhor, pois há o caos, a gente se confunde e inverte os papéis ao sabor do mar, subjetivamente. Deleite.
“Ora, se não sou eu, quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão!”, retruca o mesmo moço.
Agora que já passaram os quarenta minutos, começo a guardar o material e a encerrar esta discorrida redação que um tanto me distraiu, a olhar ao redor e ver que nem ele e nem ninguém vai comigo até a escola onde vamos nos encontrar novamente, como quase sempre. É monótono, mas já faz parte dos meus lunares dias – vindos daquela que controla o aparente descontrole salgado. Pois mesmo que os dias em que eu me encontro só sejam dias em que eu me encontre mais, eu sei também que existe alguém pra me libertar... cantando:
- Pra te acompanhar...
**
Hoje este texto já está um tanto ultrapassado.
Que o diga meu namorado.
Eu curto abstrações, ambigüidades, subjetividades, simbolismos, mensagem e função poética. Coisas transcendentais, volúveis, sujeitas a diversas interpretações, de lua assim como eu. Eu curto seres humanos. Eu curto coisas que não existem. Eu as transformo na medida em que me parecem mais legais. “Se o mundo é mesmo parecido com o que vejo prefiro acreditar no mundo do meu jeito”.
Eu busco o prazer menos material possível, nos lugares distantes que nos são tão próximos, nessas minhas viagens, nos amigos, no conhecimento do corpo e de seus movimentos da forma mais livre possível. Eu busco o contato com aquilo que somos em si, tanto quanto seres pensantes como quanto seres biológicos. Eu busco a liberdade para ser deselegante e rolar na grama, junto com as formigas e os amigos. Eu penso que esse tipo de preocupação não é essencial na vida de alguém, que a gente tem mais é que tentar preservar o pouco de natureza que ainda temos. Eu sou porca e sei disso, acho que índios sobreviviam muito bem sem cremes hidratantes todos os dias. Eu discordo sobre porque crescer tem a ver com deixar de ser criança, em seu direito a ser imaginativo e a poder andar deslizando pelo chão e dando cambalhotas. Eu quero tentar lhes comunicar essa possibilidade de deixar-se despertar seu lado natural e animal, que é muito mais divertido do que um controle remoto.
Eu odeio monotonia. Dialética que sou, não sei se me considero conservadora por querer atrasar os avanços tecnológicas ou inovadora por tentar achar uma segunda alternativa de felicidade que há muito anda escondida detrás da ambição do Homem de dominar – e destruir - o mundo. Eu ando cheia de idéias, mas muitas vezes não sei como expressá-las. Eu acho que essa minha afinidade com artes humanas seja a minha válvula de escape a uma raça que está se auto-destruindo. Eu aprendi uma nova denominação para isso: sublimação. Eu não tenho lá muito sucesso na retórica em si – discussão argumentativa é uma coisa exata demais para mim. Eu prefiro buscar apelo em meu autismo criativo.
Eu definitivamente não vivo sob o Princípio da Realidade e matemática ou física não é meu forte. Quem deu ao Homem esse poder de regrar a poderosa Natureza? Eu não sei se presto mais pra área de Ecologia ou pra de Artes e Comunicação. E gosto de comer chocolate.
“O que sinto muitas vezes faz sentido
E outras vezes não descubro o motivo
Que me explica porque é que não consigo ver sentido
No que sinto, no que procuro e desejo que faz parte do meu mundo”
(“Eu era um lobisomen juvenil”, de Legião Urbana)
Pela do apelido rpgista Valkíria, de Ladainhas da Largarta Viajante.
Hummm... ajudando e sendo ajudada por um amigo querido desde ontem à noite... Relendo posts, olhando o passado com cara de distância... Se aliviando... Que bom que passou, que bom que eu vivi pra aprender o que aprendi... Destacando aqui uma musiquinha minha que me ajudou numa época remota, e que espero que ainda ajude alguém nessa vida:
"Nunca, jamais
Retorne ao cais
Ou o caos
Retornará.
Ora, ora,
Pare agora
E vá embora daqui,
Não volte mais."
Pois eu não estou mais precisando dela. Ultimamente eu ando movida a dias felizes regados de Mô. E de Amigas Astrônomas. E de física, química e matemática choronas. E de um fds cheio de coisas, mas nem por isso agitado o suficiente pra ter sido ruim. Sim, porque, acabei de reler um fds agitado com outros olhos, e diferente do que eu pensei na época, não gostei muito do que vi - não, porque nem sempre. Regado a alguém nos meus pensamentos, ora meu irmão e a namorada dele, ora pessoas de meus sonhos, ora o querido Juju. Tive um sonho legal hoje, daqueles que eu não tinha faz tempo; era meio macabro, mas eu gostei mesmo assim. Regado a vontade de falar sobre formigas, sobre arte, sobre medo, sobre carreira... e regado a adiamentos de post, porque eu ainda me mantenho na minha teoricamente constante distância do computador, somente resgatado quando preciso de um resumo rápido sobre o filme "Kate & Leopold". Achei uns bem legais, olha só:
http://www.lost.art.br/lolakl.htm
http://www.zetafilmes.com.br/criticas/kateeleopold.asp?pag=kateeleopold
Bom, algumas coisas na cabeça, muita vontade de escrever, muito sono. Boa noite =*
Da próxima vez que ele vier me encher o saco, não mais vou cantar “aqueles olhos vermelhos voltaram outra vez”.
Da próxima vez, não vou mais me deixar submeter.
Se ele quiser ser um pai crítico negativo, vai ficar brigando sozinho.
Porque eu vou rir da cara dele. Ou posso simplesmente ignora-lo. Ou manda-lo se foder. Ou até atiçá-lo.
E sabe qual o melhor de tudo? Eu não vou estar nem ligando. Ele vai estar explodindo.
Mas calma. Esta etapa vem depois. Por enquanto eu vou ficar só rindo.
Vai ser uma mudança de dentro pra fora. Aprendendo. Não vai ser uma revolução. Vai ser como no Alcoólicos Anônimos: hoje eu não me submeti, nem amanhã, nem depois e depois. Faz uma semana que eu não me submeto. Assim como hoje faz sete meses e meio que eu não fico com aquele outro. Logo, logo, vai fazer sete meses disso aqui também. Com coragem. Com frieza.
Hoje isso aconteceu. Hoje eu me deixei ser dominada. Mas hoje foi o último dia. Começo a contar a partir de agora. E de amanhã.
Quando eu vou passar a ser respeitada. De recessivo para dominante, tomarei as rédeas da minha situação. Biologia, maquiavelia: é melhor ser amado ou temido? É melhor ser amado, mas se não for, seja temido.
Nos nos amamos, eu o temo. Que ele me tema também então! Até que chegaremos ao ponto zero.
E só nos restará amor e respeito.
Afinal, por que ele deixa só no papel aquela coisa de “seja feliz e foda-se o resto! Você é mais do que imagina”?
Aaah vai se foder, seu covarde... Pensa que é quem? Nós temos o mesmo nível de “autoridade” entre si. Só quem vai te fazer perceber isso sou eu. Só quem pode ser feliz por mim mesma sou eu.
E eu vou.
“Ei, Jesus Cristo, o melhor que você faz
É deixar o Pai de lado e foge prá morrer em paz“ - Raul
Hoje, show do Cordel do Fogo Encantado. Assim, de primeira, nem músicas eu tinha escutado direito. Muito louco... a energia do povo é o melhor. Liiivre, liiivre, livre pra dançar... fora aquele "ele" parado a dois metros de mim. Curtindo o som, nem ligando pra boba aqui que tava se escondendo no meio dos dois amiguinhos felizes da escola. Eles são legais. Um dele é o Mô. Amomo. ^^
E, ah!, não vai ser mais assim, não. Nem que "ele" esteja a UM metro de mim. Huhuhuh... =)
Formatura da Camila loira do Novo Mundo amanhã (sexta), 13/04, no Golden House (Marginal Tietê próximo ao Extra da Penha) às 23h!
Custa R$35,00!
=DDD
Eu ia começar com "não tenho a pretensão de escrever nada que abale o mundo hoje", mas pensei, parei, fiquei. Não, eu quero escrever pretensiosamente, sim, seja lá o que for. Que mal eu faço?
Ontem e anteontem foram dias meio inúteis quanto ao que se trata de resolver trabalhos de física - diga-se de passagem, hoje também. Passamos dois dias inteiros se dedicando a uma campainha eletrostática de Franklin que não funcionou. Então, temos a pretensão de fazer um gerador de Van de Graaf, uma garrafa de Leiden e a tal campainha, e usar o máximo possível na apresentação, considerando que eu devo ter tirado zero mesmo na prova do Cipoli.
Hoje tirei fotos pretensiosas no sítio lindo do meu vô e toda a família GB se reuniu, apesar do Marquinhos não ter ido.
Eu tenho a pretensão de fazer o meu melhor na festa do Joir daqui a pouco, considerando que eu vou voltar ainda hoje e que quero dar uma lição de moral naqueles drogados: "veja só como eu me divirto sem precisar de nada a mais". Que chata, eu. Que moralista, eu. Que pretenciosa, eu.
Eu tive a pretensão de fazer um time de vôlei de algo que deveria ser as Finniguetes, mas com gente dos mais variados tipos, dentre os quais nenhuma das verdadeiras Finniguetes estaria presente, pois a Giulia disse que viu uma rodinha de meninas no Parque da Juventude e já foi deduzindo que fossem elas. Aproveitando, é claro, pra me meter no meio onde não sou chamada e descargar minha vontade de ter entrado no time.
Estou rezando pro meu irmão não estar em casa, pois acabei de falar pro amigo dele que ele não está - tudo indica que eu estou sozinha em casa agora.
Podem apedrejar.
FINNIGUETETES,
as usurpadoras!
... no Parque da Juventude
(por Giulia e Renata)
***
Dois lados da mesma moeda
As gigantes do time (a primeira a ser desenhada e a gorda)
Gêmeas siamesas
Sim, é uma anã grávida de quadrîgêmeos e uma macaca
Virgem dos lábios de plástico e PEDALA CARECA!
Ta. Parar, ficar. Segure seus instintos! Nada de orkut e msn agora, nada de fingir um adiantamento da lição de física ou qualquer uma outra que você sabe que na verdade não está adiantando em nada, pelo contrário, só vai-se fingindo que se faz algo e adiando, adiando, adiando.
Essa semana vai ser bem cheia. E vou ver ela passando devagaaar... quando chegar no sábado, não vou acreditar que acabou, pois na verdade ainda vai ter sobrado um monte de coisa incompleta.
É, o processo já está ficando bem previsível.
Agora tenho que escolher um desses 10 experimentos, da Feira de Ciências - Eletrostática:
05- Motor Eletrostático de Garrafas
08- Ionizador de Ar Ambiente*
10- Eletroscópios (Fischer e Braun)*
30- Precipitadores Eletrostáticos**
35- Eletroscópio Eletrônico*
36- Pára-raios (Modelo didático)**
37- Efeito Corona
38- Campainha elétrica de Franklin**
39- 'Sistema solar' eletrostático (Móbile elétrico)**
45- Conservação da carga elétrica (quantidade)*
As estrelinhas indicam maior pré-disposição a fazê-las... não que, num contexto geral, haja mesmo muita disposição. Bem que o Cipoli disse pra não deixar tudo pra última semana. E depois de amanhã tem prova. Ainda preciso estudar melhor a Lei de Coulomb e O Campo Elétrico. E aprender direito aquelas formulazinhas, como usá-las e tal. Pra isso, minha vó comprou finalmente o livro que eu devia ter pedido faz mais de um ano. E tirar xerox do livro perfeitoso da Jue.
Ufa.
Ultimamente minha mente anda bem assim. Stressada. Com pouca coisa? Sei lá... só sei que tá stressada.
O que me faz achar culpas renatais em lugares onde TALVEZ não haja. Mas isso já é de praxe.
"Os dias que eu me vejo só são dias
Que eu me encontro mais e mesmo assim
Eu sei também existe alguém pra me libertar"
(Condicional, LH)