EU


NOME: Valkiria

JOGADOR:
Renata

CRONICA:
Ladainhas da Lagarta Viajante

NATUREZA:
eu

COMPORTAMENTO:
indefinido

CLA:
o meu

GERACAO:
1991

REFUGIO:
sobrado paulistano

CONCEITO:
universitária geminiana



Historico

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VIAJANDO



O VENTO
Los Hermanos


O vento vai dizer
lento o que virá,
E se chover
demais,
A gente
vai saber,
Claro de
um trovão,
Se alguém depois
sorrir em paz.

Só de encontrar... ah!



mindinho

Pensando em toda uma série de coisas para dizer, mas nenhuma parece ser exatamente o que quero dizer.

Queria mesmo escrever um post com conteúdo. Mas parece mesmo que esses últimos têm muito mais conteúdo do que certos textos grandes como... blah, sei lah.

 

Não, porque nem sempre a gente fecha a porta, fecha a porta, rápido. E eu tô gostando de gostar.

É tão bom marcar passeios previamente. Especialmente aqueles que envolvem família. Falta pouco em tão pouco pra ir ao sítio do vô.

São as borboletas?

Amon-RÁ-RÁ-RÁ!

 

Hoje eu vi um filme que me lembrou... bem, eu mesma. Só que em vez de Caramuru e as duas índias, é Rena com o cara com óculos e olho pequeno e o cara sem óculos e olho grande. A propósito, esses dias não vi o melhor filme DO MUNDOOO. Nele as pessoas tinham sorrisos amarelos; não só os sorrisos, na verdade. Pra falar a verdade, eles em si eram pretos.

Lembrando apenas: não se isole. Chame ao menos seu primo Bad de fonte roxa pra conversar na mesma janela de MSN.

Mas pra quê se preocupar? Tenha fé e veja coragem. Pois eu penso em trocar a minha TV. E ir aonde o vento vai dizer lento o que virá. Deixa ser como será? Inespere, mas nem sempre. Pra te acompanhar.



- Postado por: Renata às 01h23
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Primavera bateu em minha porta e eu a-bri.

(senhoras e senhores, põe a mão no chão...)



- Postado por: Renata às 00h02
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SURPRESAAA!!

Pisca-alerta falso.

Agora eu quero desesperar. Quero dizer, inesperar.



- Postado por: Renata às 20h39
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blah

Então... eu havia produzido um post há quatro dias atrás(quarta?), mas ele já está ultrapassado... vou postar só alguns trechos...

 

"1997. Estávamos no computador fazendo a única coisa que sabíamos fazer em um computador: escrevendo. Um nome começado com PH. O destino é uma coisa muito engraçada. O cúmulo da ironia. E desta vez não estou falando de Alguma Amiga minha.

(...)

Como há pouco eu já havia admitido, quando a coisa começa a se complicar demais, eu fujo. E me agarro a algo completamente novo, sedutor pela novidade e pelo mistério, que eu ainda não conheça os defeitos. Claro que logo que esta primeira impressão vai passando, torna-se apenas mais um fantasma em minha mente, mas logo depois eu meto mais algo completamente aleatório na cabeça e pronto. É um ciclo vicioso, mas nem tanto; vicioso mesmo é ficar pensando, matutando. Sem vontade de fazer mais nada que isso. Ou no máximo ler, mas disso eu comento depois.

 

(...)

 

Enfim, a poucos metros de casa, um milagre aconteceu “e nós temos que louvar / o que era bom ficou melhor / louvemos ao Senhor”. Eu saí pasma. Não conseguia mesmo acreditar que o que eu queria naquele dia havia se realizado. Até então tinha certeza que ia ser o dia mais sem graça da minha vida.

Uma luz. Que poderia desaparecer em questão de segundos, mas ainda sim uma luz. O encontro que eu fico esperando quase todos os dias não ocorreu, mas o último deste que eu tive foi muito parecido com o de agora. Encontrei meu passado. Ia cumprimentar de longe, como sempre, mas lembrei que perdi a chance de lhe dar feliz aniversário no dia certo. Então parei.

 

(...)

 

Ando (leia-se hoje) pensando e escrevendo tal qual Raskolnikov. E na verdade todos os personagens, praticamente, mas me vejo mais parecida com ele mesmo. Na parte do castigo até sim, mas não é nisso que estou me baseando pra raciocinar feito ele, e sim quando eu falo... humm, digamos raciocinadamente. Por que por mais que ele pareça louco, tudo o que vêm em sua cabeça segue um processo lógico tão... lógico. O que ele diz não é jogado e nem suposto. É pensado, coeso e coerente. Nem humano parece. Muito menos uma humana mulher, mas isso eu já sei que não é o caso. Eu acho mesmo muito difícil entender como tem gente tão empática a ponto de compreender as intenções do outro, e mais, saber o que fazer a partir disso. Isso pra mim é completamente impossível, eu sempre vou parar pra viajar ou duvidar, por mais que esteja na cara. Será que eu sou tão tapada assim? Não responda.

 

E falando neles, o que eu queria comentar é que ando me interessando apenas por livros um tanto quanto... mórbidos. Apenas procure saber sobre o que fala “Crime e Castigo”, “A Mediadora”, “A Menina que Roubava Livros”, “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (haha), até mesmo “Ensaio Sobre A Cegueira” ou “O Caçador de Pipas”, indiretamente, e talvez compreenda. Vais sentir a presença constante de uma personagem que ronda nossas vidas até, bem, a morte."

 

O fato é que parei pra conversar com meu semi-vizinho e amigo do Pré II B e achei ali uma luz, mas já passou, já passou, quem sabe outro dia (copiado de orkut de Amiga). Vontade de voltar a se falar, mas ele não apareceu nos dias seguintes e agora... blah, eu só não tô mais tão impressionada que nem estava quando escrevi o post dois minutos depois do ocorrido, tá?

Blah

A propósito, terminei Crime e Castigo e estou no 2º livro da série de 6 A Mediadora.



- Postado por: Renata às 10h25
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ui

Fotos, muitas fotos, extremas fotos, dia todo de fotos. Isso ontem, hoje foi um poquinho menos.

Não tenho muito jogo de cintura pra fotos, por isso prefiro deixar a câmera na mão da nossa fotógrafa MILLa vezes oficial. As pessoas parecem não gostar muito de fotos, principalmente tiradas sem permissão, mas parar toda hora pra pedir toda vez que quiser tirar uma foto é MUITO sem graça, o extremo do sem graça. Principalmente quando não são as pessoas que eu convivo todas as manhãs.

 

Whatever, conseguimos reunir a parte indie dos astrônomos numa só foto. E gostei da imagem do post anterior. Diria quase uma pop-art. Tá, não diria não.

 

Já me indispus às iniciativas que havia planejado há alguns dias atrás no ponto à frente do shopping Dem presença de Amigas. Em parte porque eu brochei em todas as chances de conversa com pessoas que tenham assuntos pendentes comigo. Problemas mal-resolvidos. Tinha até arranjado coragem pra alguns planos, mas não durou muito tempo.

Tô meio zero, apenas. As coisas felizes acontecem, a Renata semi-triste anula-as. Que bobona.

 

Cansei, viu. De me xingar. Vou deixar minha mãe fazer o que quiser comigo e parar de teimar. Leia-se pôr blusas de frio e fazer limpezas de pele do cão.

Agora tenho um grande acervo de fotos pra coleção que eu havia começado. Mas é besteira.

Não fui no cinema hoje. Semi-droga. Eu sou uma desesperada, viu?

 

Pelo menos um assunto eu preciso conversar, esse não dá pra adiar. O das rosas. Aliás, dois, mas o segundo é ainda mais dificil. Brochei hoje.

 

Ai;



- Postado por: Renata às 22h00
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Angústia

Eu quero falaaaaar!! Eu quero falaaaaar!!!

Mas não pooosso! E não consiiigo!!

Não agüento mais manter tanta coisa em segredo! Ter só que engolir e torcer pra sumir! Enfiar pela goela abaixo e dizer que "não dá, não dá!" Sufocar tudo e não deixar nada escapar!É quando dá aquela vontade de deixar escapar alguma coisinha só pra deixar mais emocionante... e eu consigo.

E enlouqueço por dentro; ninguém percebe, mas eu estou sempre me auto-torturando. Me sentindo culpada por não contar e mais ainda se falo do mesmo assunto a toda hora.Me sentindo culpada por me aproveitar de tal coisa e não dar importância a outra. E acima de tudo, sem a mínima vontade de aula. Só penso em pensar, maquinar, chorar.

Chorar pelos que se foram, pelos que ainda estão mas não são próximos, pelo medo de perder, pelo medo de nunca ter e pelo medo de se envolver.Apenas olhando para um não-sei-o-quê que não existe, me guiando pelo passado, sem prestar muita atenção no presente. Sempre torcendo, apenas torcendo, apenas decepcionando.

Tentando esquecer. NUNCA, mas nunca olhando fundo, nos verdadeiros problemas. Nos que ocasionaram todos os outros supérfluos que eu invento depois.



- Postado por: Renata às 17h06
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poetiza

rena diz:
a felicidade é algo bom e bonito
rena diz:
mas eu nunca vomito
rena diz:
apenas imito
rena diz:
a capacidade de um apito
rena diz:
de dar um grito

- Postado por: Renata às 20h44
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