EU


NOME: Valkiria

JOGADOR:
Renata

CRONICA:
Ladainhas da Lagarta Viajante

NATUREZA:
eu

COMPORTAMENTO:
indefinido

CLA:
o meu

GERACAO:
1991

REFUGIO:
sobrado paulistano

CONCEITO:
universitária geminiana



Historico

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VIAJANDO



O VENTO
Los Hermanos


O vento vai dizer
lento o que virá,
E se chover
demais,
A gente
vai saber,
Claro de
um trovão,
Se alguém depois
sorrir em paz.

Só de encontrar... ah!



FET

O gato amarelo torna-se branco. As mãos estão cheias de massa corrida.

Oh, meu Deus, meu nariz tá coçando!



- Postado por: Renata às 21h50
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Adoro reuniões femininas na vó Joaquina para levantamento histórico pro trabalho da Priscila

"As mulheres dessa família são fortes e os homens são fracos", disse meu primo Fábio, segundo sua irmã, Heloísa.

Sim, eu já havia percebido a força destas... porém eu não concordo sobre os homens. Eu digo que eles são frágeis, mas não fracos. Porque, segundo tese que elaborei em ônibus - aqueles meios de transporte inspiradores que eu pego todos os dia -, há uma BOA diferença entre homens fracos e homens frágeis.

Fracos são geralmente confundidos com fortes. Fracos são aqueles que procuram mostrar força o tempo todo, quando não a possuem, porque a única maneira que acham para simulá-la é gritando. Não a conseguem naturalmente.

Agora, frágeis... Hummm... são seres encantadores. São tão perdidinhos e confusos que dá vontade de cuidar. E geralmente fragilidade esconde uma força que nem o próprio frágil sabe que tem. São pessoas que se sentem inferiores quando são muito fodas interiormente. Pensando bem, é capaz que as mulheres o sejam também.

Mas, de qualquer forma, eles tem muito mais cara de perdidinhos e confusos do que elas. Elas sofrem, mas mantém sua força. Gonçalves é uma família essencialmente matriarca.

É, há uma bela diferença. Mas em essência todos têm um quê de auto-subestimados, frágeis. E fazem de sua dor a sua força. Uma história de vícios, de problemas de saúde, de violência doméstica, de trabalho infantil, de chantagens, de traição, de humilhação. Daria um bom livro. Mas também uma história com muita gargalhada conjunta, montinhos natalinos, almoços na vó, viagens ao sítio, infância crescida em conjunto, amor, por mais que seja dissimulado e dito apenas no Ano Novo - e, até assim, surpreendente.

E, se mesmo depois de tudo isso você ainda considerar os homens fracos, vale lembrar que quase metade deles NÃO são da família. São apenas maridos acoplados, que não tiveram por pai um homem violento e autoritário, que nada mais demonstrava que desprezo pelas três filhas - que hoje dão até medo quando se juntam e começam a se empolgar e rir que nem aquelas bruxas de desenho animado. Agora, se você vir a ofender os nossos irmãos e primos - ou filhos e sobrinhos -, vai ficar BEM encrencado com essas mulheres frágeis de personalidade forte.

Eu não trocaria essa família por nada nesse mundo.



- Postado por: Renata às 02h49
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UM mais UM

Vidas duplas. Vidas em dupla. Ultimamente todo mundo ao meu redor tem tido uma vida em dupla. Todos os primos. Quase todas as amigas. Alguns amigos também - não tantos, mas um tanto. Sendo que alguns deles são duplas entre si. E quando se pensa em um, automaticamente se pensa em dois. E é tão bonito.

Eu ando planejando há muito tempo escrever um post sobre isso, mas tô vendo que não tô muito inspirada. Mas sou teimosa e vou postar mesmo assim.

Os almoços na vó Joaquina e as idas ao sítio já estão maiores o dobro. Na vó Celeste não está tão diferente assim, no máximo por causa da gente mesmo - os primos não fazem tão presentes os seus pares. Agora, no KK, já há bem mais taenia soliums, mas não deixam de existir alguns pinguins tocadores de violão. Parque Novo Mundo tem lá uns casais aleatórios, é bem dividido na verdade; mas o pessoal que eu realmente vejo confirma o que eu venho dizendo até agora. Ontem mesmo voltei de um chá de bebê - e, sim, alguns pares já têm cara até de casamento. As pessoas independentes da Federal agora estão deixando de ser ânions e cátions para reagirem exotermicamente juntos (haha), agora a gente vê mãozinhas dadas, abraços e beijinhos para todo o lado. É um clima de romance para onde quer que se olhe - talvez seja o clima Primaveril.

Mas meu amor primaveril vai durar além do que se vê.

 

"Éramos nós / Éramos nós, um mais um / Éramos mais que só dois
Éramos um feito de dois / Mais que nós / Nunca então sós
Eu era eu quando era nela /Ela em mim como ela era"

passe para o presente



- Postado por: Renata às 23h36
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sobre (in)cômodo

Uma coisa é certa: eu odeio causar incômodo às pessoas.
Não que eu seja necessariamente lá muito altruísta; pelo contrário, sou bem egoísta mesmo. É que elas ficam bravas comigo, por mais que eu tente dizer "olha como eu sou da paz, não me odeie". E porque sou emo. E porque odeio ter de aceitar que, sim, eu causo incômodo. E porque odeio concentrar as tensões e atenções em mim, por mais que não pareça, ainda mais se for negativamente. E sou desajeitada; principalmente quando me esforço para provar o contrário. Custa deixar eu fazer o que tenho de fazer e ir embora, sem deixar maiores marcas de minha passagem?
Afinal, por que toda santa vez que eu vou à Speed Print, tenho de dar todos os problemas possíveis? É corte desalinhado, é fonte inexistente, é tamanho desajustado, é linha rente demais, é arquivo pesado... E isso ainda me aproveitando de 33,3% de desconto por causa do meu irmão, que já trabalhou lá! E isso ainda sendo atendida pela minha ex-vizinha, que deve estar pensando "caralho, essa mina cresceu e virou uma puta chata!".
Pra citar só um exemplo.

- Postado por: Renata às 15h38
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