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EU |
NOME: Valkiria
JOGADOR:
Renata
CRONICA:
Ladainhas da Lagarta Viajante
NATUREZA:
eu
COMPORTAMENTO:
indefinido
CLA:
o meu
GERACAO:
1991
REFUGIO:
sobrado paulistano
CONCEITO:
universitária geminiana
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Historico |
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VIAJANDO |
2006 me pegou de jeito ontem.
Estou meio entorpecida. É estranho quando eu tenho consciência da situação em geral e tudo depende de mim. Mesmo porque na verdade eu não acho que me encontro em uma posição complicada. Não acho que nenhum dos caminhos seja muito arriscado. É estranho estar tão tranquila. Me sinto em 2006. Não em 2007. Talvez eu não me sinta em 2007 porque estou em 2008. Whatever, amanhã eu tenho muito a observar. Espero que não tenha muita coisa escolar com que me preocupar.
Avançando e retrocedendo, incessantemente.
Ela disse Adeus. The problem is YOU! Te vejo errando e isso não é pecado exceto quando faz outra pessoa sangrar, tô aproveitando cada segundo antes que isso aqui vire uma tragédia. Canalhas, em qualquer posto dessa nossa sociedade, os cafajestes do Brasil podem viver com toda a liberdade. Show me how to live.
Eu nunca tive um país para onde eu sonho viajar, mas hoje eu cogitei algumas regiões em geral: América Latina e África. Além de Portugal pra conhecer as minhas origens, e talvez a Índia. E eu sempre quis conhecer a Jamaica e a Holanda, antes de saber dos seus aspectos brasileiramente ilícitos. Meu pai me disse que tenho muita vida pela frente. A mãe dele fez 80 anos esses dias.
Hoje tudo ficou bem claro pra mim. Algo especial aconteceu? Com certeza. Uma conversa com uma certa Amiga. Eu não posso mais deixar de admitir o óbvio.
Depois ainda tive tempo de voltar pra casa filosofando sobre as pessoas de minha vida. Percebi, aliás, que adoro minha sala de DG. E, claro, a ex-200, mas isso eu já sabia.
E fazia MUITO tempo que eu não ficava tão certa do que quero. Preciso aproveitar esse meu momento em claro. Um momento em que tomei consciência de meus sentimentos. Um estalo. Adoro estalos - fazem a vida acontecer. Agora eu sei exatamente o que fazer. Só não posso desistir no meio do caminho. A partir de semana que vem, serei outra pessoa.
Uma pessoa mais feliz, acho.
Eu preciso de atenção.
Eu preciso de atenção.
Alguém me dê atenção.
Feriado, amigas longe, amiga daqui também longe, a tenho amanhã, mas ela não pode me ajudar com as reclamações sobre o seminário.
E, ah, eu tenho alguém que me dê atenção, mas ora vejam só eu não lhe dei atenção até agora em todo o feriado.
E vice-versa, de certa forma, mas foi porque eu também não dei chance.
Não sei valorizar? Não sei. Digo, não sei se não sei.
Eu só sei que "ando tão á flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar" e na verdade é qualquer cena de Gilmore Girls envolvendo Rory e Jess/Dean ou Lorelai e Luke, ou eventualmente crises familiares com os pais/tios da Lorelai, Lane ou Jess. E essa música do Zeca Baleiro anda sendo a música tema das minhas paixões por muito tempo, mais tempo que uma música viciante do momento qualquer, eu tenho medo disso porque estou really, really carente! É, mais inglês, Gilmore Girls faz isso com a gente, também faz a gente escrever rápido e usar muitas conjunções aditivas e absorver o tipo de humor delas e estou tendo overdoses de 4ª Temporada e hoje eu vi a primeira vez da Rory e o primeiro beijo do Luke e da Lorelai. "E" não é preposição, já dizia a sábia Profª Lúcia na minha quinta-série, ela fez a gente repetir isso por uns 10 minutos direto, em coro. Acho que nunca mais vamos esquecer que "e" não é preposição. E daí, e daí, E daí? Na verdade o que eu queria vir comentar é que MEU DEUS toda a minha família e todas as minhas melhores amigas namoram e estou muito feliz por elas, mas isso me deixa muito triste por mim, porque eu pareço sempre a encalhada e me faz aumentar a carência e eu acho que pode dar certo com todos ao meu redor, só eu ou uma força mágica que não está permitindo e provavelmente ainda terei uma terceira daquelas conversas chatas e mais provavelmente darei chance para termos uma quarta e uma quinta, quem sabe assim até casamos e tal. Ou, sério, eu posso parar de me des-esperar e olhar nos olhos de quem eu tenho e não me tem e ver se eu quero que me tenha, o que eu acho improvável, porque eu quero um Jess ou um Dean, quem sabe um Luke, e neste um mês eu ainda não notei nenhum desses três nos tais olhos de cor mutante e cílios avantajados.
É só... alguma coisa. alguma coisa. alguma coisa. alguma. coisa. que eu acho que está faltando. e eu não sei se quero algo que esteja faltando... alguma coisa.
Mas se eu rejeitar tudo, TUDO, tudo. Não vou ter nada, NADA, nada. Com alguma coisa ou sem coisa alguma.
Okay, Rena dissecada em postas grelhadas, pode pegar um pedaço e se servir, if you want. Ou WANNA, whatever, I lovehate English.
Sim, eu costumo amodiar as coisas que não entendo ou que estão fora de alcance, talvez por isso não amodeio o que tenho.
NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!!!!!!!!!
NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!!!!!!!!!
NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!!!!!!!!!
seminário de sociologia pra segunda
NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!!!!!!!!!
Acordei 19h. Fui no aniversário do Rick. Foi legal. Estive meio presente fisicamente, meio ausente espiritualmente, meio observadora psicologicamente, meio julgadora demais. Não suporto a quem amodeio e tenho vergonha de mim por isso. Em vários momentos tive vontade de ser muito má com muitas pessoas; não que eu tenha essa capacidade de deixar pessoas tristes segundo a minha vontade, que pretensão é essa de pensar que elas ligam tanto assim pra minha estupidez? Mas o meu amor constante foi maior e mais sensato que meu ódio momentâneo e me limitei a uma ou duas frases não tão más. Adoro montes de leõezinhos e de contato físico sem maus pudores, estou realmente inclinada a readquirí-los em minha vida, depois de privá-los nestes últimos um ano e meio, e MEU... um ano e meio é tempo demais pra esse tipo de frieza. Como assim não posso encostar nos meus amigos sem que pensem mil coisas a respeito? Ou melhor, sem que EU pense mil coisas. Não estranhe se eu pegar na sua mão e segurá-la a aula toda, se eu sentar e te abraçar, se me apoiar no seu ombro. Eu sempre gostei desde que fingi que virei gente nos últimos três anos, porque me neguei a isso em metade desse tempo? Sim, são preocupações mínimas, mas são as minhas preocupações e eu tenho sorte de não ter nada mais grave na minha vida com o que me preocupar. Eu leio textos dos outros, escuto conversas, me inspiro a fazer o mesmo, mas quando chega a minha vez, paro. BRAYAM, paro-foto! Eu já gostei tanto de tanta coisa e acho que ainda gosto, mas não sei mais praticar, ou não me deixo saber. Não me sinto como uma pessoa emparelhada, mas sou e gostaria de ser. Gosto de gostar. Fantasio demais, esqueço de viver. Saudade do passado, ânsia pelo futuro, descaso pelo presente. Estou sem sono, dormi doze horas, há menos de doze horas atrás. Acumulo coisas a gostar, por osmose, conheço pouco até mesmo do que gosto. Esse post só tem um parágrafo, as frases não têm coesão umas com as outras e é nessas horas que me dá vontade que apareça uma Pessoa que vá dizer altas coisas e me dizer pra ver se as amoreiras querem me fazer mais feliz - aliás, vou vê-las amanhã, mas tudo indica que Bom Xi Bom Xi Bom Bom Bom, quanto mais longe, mais longe quero ficar, quanto mais perto, até que aceito ficar perto. Parece uma PA para o lado positivo e uma PG ára o negativo. Eu me atenho ao modo Federal de ser; a gente pensa que lá é um resumo do mundo, mas na verdade é um pedaço dele, é o pedaço que eu gosto, mas é um pedaço. Eu quero e não quero ser julgada, eu JULGO TODO MUNDO O TEMPO TODO principalmente a mim mesma, por isso falo baixo, por isso me arrisco pouco, por isso você pode pensar que eu sou extrovertida, mas tudo isso faz parte do meu plano, você pensar que eu sou a mais sociável do grupo e que posso perguntar se há 3 pra 1 ou 4 pra 2. E adoro boas surpresas, mas desesperar pra não esperar é esperar que não espere, não faz sentido. Minha cabeça está a mil, É a mil. A mil é muito parecida comigo, ou eu penso que é. Queria escrever sobre tudo e escrever extraordinariamente, mas sei que não o faço então nem tento e é essa a parte mais estúpida. Quero alguém que me ame, mas eu delimito tanto esse alguém a ponto de ele não existir, mesmo que exista. Eu quero amar alguém, eu gosto mais das pessoas que sei que não posso gostar, porque aí sei que não corro risco de me desapontar mesmo porque não há o que ser desapontado. Eu sei que há alguém que vai ler isto e dizer um grande Q e eu acho que estou sendo muito injusta, desonesta e desleal. E des-tudo-de-bom porque eu só sei me xingar. E gostaria de escrever aqui eternamente, mas é impossível escrever tudo o que está na minha cabeça, mas em muita coisa ruim, muita mesma, sobre mim, e algumas coisas boas também, e essas são tão boas que equilibram todo o meu karma para que eu não enlouqueça. Eu gosto muito de algumas coisas e pessoas, e nesse momento existem 15.754 caracteres disponíveis pra eu escrever, mas eu vou parar agora e me desapontar com a segunda metade do texto, até que gostar da primeira e pensar que eu poderia ter parado por lá, mas se eu tivesse parado não ia saber que eu ia detestar o resto e ia pensar que ia gostar e será melhor chegar até embaixo e se decepcionar ou nem chegar por medo de tentar? Ultimamente eu tenho preferido não tentar e esse é o pior erro que eu venho cometendo.
Just kidding, LOL.
É que me forçar a ficar triste me dá alguma desculpa pra não fazer meus deveres rotineiros.
E altos e baixos diários tornam a vida mais emocionante.
~ fogo de palha
Feliz 1 mês de DG sem nenhum trabalho feito até agora!
"Quando você ficar triste
que seja por um dia
e não um ano inteiro
E que você descubra que rir é bom
mas que rir de tudo é desespero."
~ Amor Pra Recomeçar, Frejat
Feliz Dia Internacional da Mulher.
O endereço finalmente foi mudado para: www.desespere.zip.net
Okay?
Não sei o que é uma feira de intercâmbio e acho que agora já está meio tarde pra decidir e sair (acabei de ler o comentário), mesmo porque já estou pensando em fazer algumas coisinhas do estilo pegar roupas que pedi pra minha avó costurar, comprar o Guia do Estudante - Vestibular desse ano, finalmente comprar uma agenda 2008 e, se eu achar alguma loja de preferência não-shopping aberta, comprar roupas, porque as minhas são quase todas de quando eu tinha 12 anos. E, no meio disso, terminar de ler a primeira parte dAs Viagens de Gulliver e pensar no projeto do meu livrinho para a aula do Lua.
Ontem me mostraram uma Revista Zupi, de design gráfico, que me fez pensar com um pouco mais de carinho no assunto, visto que "os melhores designers são os que ilustram e têm traço próprio". Não necessariamente os que escolhem fontes e cores pra um papel chato e geométrico.