EU


NOME: Valkiria

JOGADOR:
Renata

CRONICA:
Ladainhas da Lagarta Viajante

NATUREZA:
eu

COMPORTAMENTO:
indefinido

CLA:
o meu

GERACAO:
1991

REFUGIO:
sobrado paulistano

CONCEITO:
universitária geminiana



Historico

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VIAJANDO



O VENTO
Los Hermanos


O vento vai dizer
lento o que virá,
E se chover
demais,
A gente
vai saber,
Claro de
um trovão,
Se alguém depois
sorrir em paz.

Só de encontrar... ah!



nam myōhō renge kyō

Pensou e parou. Não podia parar, porque estava em movimento, então parou em movimento.
Parou e não pensou. Apenas mentalizou e disse: "bom". Objetivo.
Parou de pensar em matemático e voltou a pensar em matemática.
O movimento continuou, seguindo a falta de pensamento.
Não fez a prova para poder provar. Bom.

- Postado por: Renata às 17h51
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embromation

Chega.

- Postado por: Renata às 20h42
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Só porque é muita pretensão falar que o homem é o único animal que vive, não apenas sobrevive, e porque é muito triste ser obrigada a resumir esse texto e não poder opinar

Ecologia é o estudo das interações dos seres vivos entre si e com o meio ambiente. Essas interações visam a manutenção da vida na Terra em harmonia. Para isso, cada espécie possui um sistemático conjunto de relações com os outros seres, que vai de um menor a um maior grau de dependência, mas todas elas têm sua devida importância para conservar o equilíbrio.

Diretamente ou não, a sobrevivência de um animal como uma formiga, por exemplo, depende de inúmeros fatores físicos, químicos e biológicos que vão muito além do que se pensa. Mais do que a folha que elas carregam para dentro do formigueiro, deve se considerar todo o seu pré e pós-transporte, que vai desde as condições para o cultivo da planta até o processo de sua decomposição para a produção do fungo que irá alimentar as transportadoras, além de outras influências externas como o sol e a terra.

Por isso, ao se promover uma mudança anti-natural em um ecossistema, que é um conjunto de fatores bióticos e abióticos que atua sobre determinada região, deve-se analisar todo o meio ambiente que cerca as espécies envolvidas, para medir as consequências que uma atitude aparentemente simples pode ter e evitar aquelas mais impactantes.

O homem é um agente transformador da natureza, pois é capaz de destruir e construir ecossistemas, ainda que muitas vezes os propósitos a serem alcançados sejam levados a uma direção diferente da esperada devido à falta de planejamento ambiental. Ele trabalhou essa capacidade para aperfeiçoar seu modo de vida, desenvolvendo mais conforto e proteção para si mesmo, através da tecnologia artificial.

Este agente, por sua vez, além das necessidades naturais possuídas por outros animais, depende também de um meio cultural para viver, que transcende a pura sobrevivência. Esse meio pode ser entendido como o conjunto de costumes e tradições de seu povo e da região de onde é proveniente. É um animal criador de história, que evolui seus costumes de geração para geração, buscando melhores condições de vida e uma maior independência dos fatores externos que tanto afetam a sobrevivência dos outros seres.

Porém, como ser biótico que é, o ser humano não pode livrar-se totalmente de suas necessidades biológicas, físicas e químicas, assim como a formiga, que também desenvolveu um método bastante eficaz de se manter. Por trás de toda a sua indústria, há toda uma matéria-prima proveniente da natureza, por ele tão renegada, que, ao contrário do que se pensou por milhares de anos, não é uma fonte inesgotável de recursos, podendo tornar-se escassa e ameaçando a suposta invulnerabilidade daqueles que imaginavam dominá-la. E mais do que uma ameaça à idéia de poder, é uma ameaça à sobrevivência humana e das outras formas de vida sobre a face da Terra.



- Postado por: Renata às 22h46
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Atualidades de verdade.

Meu gato está enorme. Quase três meses. Ele ficou gigante de ontem pra hoje. Não tem mais tanto a cabeça do Tom York, o resto do corpo está aderindo à moda da barriga de engordar, está fofo, cheiroso, calado, entre outras coisas que só vendo pra entender. Mas quero que ele volte a miar. Prefiro um gato chato a um gato chato.

É muito trabalhoso se atualizar no mundo virtual. Talvez por isso eu tenha preguiça. É meio inútil também, principalmente agora que eu aderi à política do isolamento internético por falta de assunto e de vontade de fingir que não estou sozinha à noite. Mesmo porque eu não estou, tenho a mamãe.

Cada vez mais tenho certeza de que só escrevo aqui para manter a tradição, porque não tem me trazido mais nada de novo.

Cada vez mais tenho certeza de que só vou à psicóloga para manter a tradição, porque não tem me trazido mais nada de novo.

Cada dia a mais estou melhorando, minha serotonina está voltando e, sim, estou falando sério, eram os hormônios. Claro que os pixels colaboraram muito, mas todo o resto da minha vida não tinha outra explicação. Percebi que consegui o que queria, me emocionar um pouco por causa de alguém, e o quanto eu finjo ser fácil para mim me ligar ou desligar disso. Talvez porque seja mesmo. Próximo plano é voltar ao plano anterior. Sim, eu estou há muito tempo fazendo planos, até meus últimos dias emocionados foram fruto de um plano racional. Mas, afinal, consegui, agora chega. "Peço pra que um dia se pensares em trazer-me seus olhares faça porque te convém".

Saudades. Fazia tempo que não sentia isso. É engraçado. É MUITO engraçado o fato de ter sido a primeira vez NO ANO a sentir isso. Será que estou progredindo? Bom, isso não interessa, o que vale notar é que estou cada vez mais percebendo o quanto uma coisa deve ou não ser levada a sério, levando em consideração o número de vezes pelas quais já passei por determinada situação e sempre saí dela. Por exemplo, não entendo como um amigo meu não me odeia, mas adoro isso.

Técnico acabando, só havia uma pessoa de quem eu realmente sentiria saudades (mesmo porque boa parte das outras vivem no mundo pequeno e trombante das escolas técnicas) e que caiu como uma luva no meu cotidiano, que adoro, adoro muito. Até o momento em que alguém impensado surgiu meio deprimido com o fim e me despertou uma vontade possivelmente frustrada de contatar depois. O Acre existe na sala 14 e ele vai à sua semi-despedida neste sábado.

Hoje tive um déjàvú muito triste e medonho, que envolvia folhas para presente sendo estilhaçadas pelas minhas próprias mãos sob a consciência do motivo das lágrimas de outrem. E chegando em casa, nas minhas atualizações, encontrei um poema. Achei que não ia se manifestar, mas parece estar começando. Só faltam as músicas.



- Postado por: Renata às 23h56
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Abrindo e fechando gavetas

Sobre a primeira delas: eu sei que a pequena tolerância do Photoshop acabou por selecionar apenas um pixel, mas agora eu religuei a layer principal.

Sobre os três estágios da irritação: o primeiro é aquele no qual você tá pouco se fudendo pra tudo; o segundo é aquele no qual você se irrita com coisas irritantes e exterioriza isso, mas logo passa; o terceiro é aquele no qual você se irrita levando a sério a irritação, geralmente interiorizando-a. Estou na mais divertida delas, a segunda.

E, sobre as layers do Illustrator, que são muitas, cada um possui a sua que coexiste paralelamente às dos outros.

Adoro desabafo intensivo com With-Namorada em Santana.



- Postado por: Renata às 22h25
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Não é sonambulismo

Depois do glorioso "a Ivete Sangalo tá aí?":

 - Cadê o barco?

Só porque eu não formei uma frase bem formulada ontem quando achei que estava mostrando meu trabalho das estampas (que ficou lindo) no computador pra minha mãe.

 

A verdade é que eu não estou mais satisfeita com o que escrevo aqui e não parece mesmo algo que eu gostaria de visitar se eu não fosse a autora. Mas é só uma fase.



- Postado por: Renata às 22h10
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Sobre a matemática dos relacionamentos na família Gonçalves

Minha família sempre manteve um padrão. Ao menos os Gonçalves.

Cada um dos primos tem no histórico uma média de 2 namorados que duraram 2 anos ou mais cada. Atualmente todos estão namorando há tipo 2 anos, menos o Rafael, mas ele também está razoavelmente de acordo com o histórico familiar. Esses namorados aderem à família e dormem em casa, vão à praia, ao sítio do vô e aos almoços na casa da vó.

Dos cinco casais (desta vez contando com os Bernardes), meus pais foram os únicos que se separaram. A falta da separação dos meus tios não me tira da cabeça uma descrença: a descrença sobre um casal manter-se junto por toda a vida. Antigamente era normal. Agora os casamentos não duram muito mais que o prazo de validade dos namoros. Eu não consigo conhecer alguém agora e me imaginar passando a vida toda com essa pessoa. Eu mal consigo me imaginar com alguém durante 2 ou 3 anos, conhecendo e indo junto aos eventos de família! Sim, eu já cheguei perto, mas eu não tenho mesmo essa capacidade que os Gonçalves têm.

Eu sempre fui a caçula e sempre serei. Um bebê. Até bem pouco tempo atrás eu nunca tinha levado ninguém pro sítio e nem pro almoço da vó, nem ido à praia junto com a família. Mas eu duvido que eu tenha a capacidade de fazer isso por vários eventos seguidos no prazo de 2 ou 3 anos. O MEU prazo é menos de um semestre.

E quando eu conseguir fazer isso sem me preocupar em estar atingindo as metas da família, talvez eu passe a acreditar em amor para toda a vida. Talvez.

A propósito, obrigada por me agüentar nos últimos meses de 2007, Sr Feudal :) e desculpe a exposição, beijos.



- Postado por: Renata às 13h56
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